Mente solta
Quando comecei a escrever sobre as coisas de que gostava e pensava, descobri que essa prática me fazia bem e que era de meu direito e responsabilidade qualquer forma de expressão escrita ou desenhada. Por isso, venho escrevendo anos após anos e quando não escrevo por falta de ideia ou por perder à linha de raciocínio, tipo aqueles flashes antes de iniciar um diálogo. “Ops, esqueci o que ia falar ou ops, deu um branco” . É com essa configuração que desenho, porque sinto que perdi parcialmente as palavras mas não a expressão, e desenhar é algo tão magnífico, tão mágico para mim que os lápis, a pena de nanquim, os giz de cera seco e o carvão quando entram em contato com as minhas mãos invadem a minha mente e começam a explorar tudo que a dicção não consegue pronunciar, como um comum acordo para eu colocar tudo que sinto para fora. Hoje em dia, minha mente parece uma locomotiva desenfreada só reflete amor e se existisse um gravador capaz de ser acoplado em meu cérebro tendo o poder d...