Créw linguístico

Hoje, eu vi uma menina de uns 07 anos de idade no máximo fazendo uma interpretação vulgar e escracho do funk, porém, com ares de inocência de criança da idade. 
Muito intrigada com aquela cena de terror, eu fui pesquisar sobre o assunto - “funk” que é um “fuck” influência de péssimo gosto e categoria para a nossa sociedade, a letra é um lixo de vocabulários impróprios com apologia à diversos segmentos do crime, tributo escancarado às drogas, sexualidade, alcoolismo, tabagismo, longe de ser um grito de expressão do morro, bem diferente de outros trabalhos sérios que nasceram na periferia, como o Afro-reggae que surgiu com propósitos e fins benéficos para a sociedade.
É lamentável, ouvir letras desenfreadas contaminando nossos vocabulários e incentivando o uso de uma nova língua, totalmente, marginalizada e grotesca.  As crianças e os adolescentes precisam ter estrutura linguistica porque são o futuro da nação, só os  nossos parlamentares para reagirem com descaso ao efeito sonoro que o Brasil canta e que só fazem as coisas serem piores.
Também o que podemos esperar do Brasil “cultural”?
Estímulos? Projetos? Uma bomba e começar tudo de novo?
Simples, E D U C A Ç Ã O de nível.. Simples assim!
Na minha época de alfabetização influênciada pelos Jesuítas, criticava-se a educação como aluno sendo um banco de dados ia para escola e só recebia informações e acreditava-se na decoreba, o que fazia o aluno limitado. Mas hoje, que raios de alfabetização essas crianças podem ter? Sem limites mesmo?
O MEC, por exemplo, concorda com um erro fatal de língua portuguesa nos livros de didáticos que são oferecidos para nossos alunos e afirmar que a estrutura da frase não está errada, apenas inadequada.


Pronto!
Agora só falta a lei para regulamentar que existe o meio termo.. “Acho que estou meio grávida”. rs
Uééé!
Se o errado; de errado passa para meio certo, então, o meio na frase grávida passa para metade de uma fecundação?!
Certo?!
Não!
Demais!
Parece que o MEC foi reeducado pelo linguajar ultilização pelos funkeiros de plantão. 
Se o MEC não consegui educar. Quem serão os professores que conseguirão isso? Já que temos que seguir os livros de didáticos, missão difícil ser P R O F E S S O R aqui neste país onde tudo pode.
Que isso Brasil, não quero ler livros dos novos escritores com influência de uma língua inventada e totalmente desprezível de regras e origens, a Língua Portuguesa, é umas das mais belas quando pronunciada corretamente, não regredir, quero progredir. Com “ordem e progresso..”.
Pode ser?!

3 comentários:

pega ai! disse...

muito bacana seu blog ^^
a escrever certo é tudo mesmo :D

http://qrirpegaai.blogspot.com/

Raoni Piagem disse...

/Bem argumentativo bom texto mais
isso e a realidade as letras do falado "Proibidão" são sem nenhuma informção

Mauro Gutembergue disse...

Minha cara,

sua preocupação é pertinente, porém hoje com ânimos acalmados mesmo alguns dos línguístas mais importantes do país, apoiam a idéia dos livros do MEC.

A escola não pode ensurderser-se aos usos populares da língua e sim trabalhá-los em sala de aula e fazendo com que alunos possam identificar onde e como usar seu própio idioma nas suas particularidades.

Elaine Cristina de Paula. Tecnologia do Blogger.

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