BULLYING não é brincadeira

Pessoal, o que me fez escrever sobre esse tema foi o último acontecimento, “O massacre em Realengo ou massacre na escola”.
O massacre de Realengo, foi tão triste, tão deprimente e tão doentio que não me faz parar de pensar em outra coisa a não ser em BULLYING, marcas essas que ficarão guardadas todos esses anos na cabeça de Wellington, nada explica a série de barbárie que ele cometeu, mas é possível mediar as conseqüências de quem já sofreu bullying, de alguma forma ele foi vitima tanto quanto as criança da escola um dia.
Percebem que as brincadeiras de assédios fazem mal para quem é vitima e que depois faz a pessoa se vingar da sociedade destruindo vidas e suicidando-se, normalmente sempre quem fica vivo para contar história é o agressor, isso está tomando conta da nossa sociedade, aliás, do mundo inteiro.
Aí, eu sempre me pergunto:
É possível acabar com isso de vez?
Será que somos educados o suficiênte para entender certas coisas e não convir com atos assim?
O que faz o agressor se sentir tão absoluto a ponto de humilhar o próximo?
Será que quem agride tem os mesmos recursos na mídia como a vítima?
Tanto o agressor como a vítima ambos estão doentes precisando de ajuda?
O BULLYING, para quem não conhece e derivado do verbo inglês “bully” que significa usar a superioridade física para intimidar alguém referindo-se como o “valentão”, antigamente, o BULLYING não era conhecido como uma forma de assédio à integridade humana, mas sim, como brincadeiras infantis e forma de amadurecimento tanto da vitima como do agressor. Mas, insatisfeitos com tal teoria, surgiram estudiosos afim de mostrar publicamente que esse ato de tortura psicológica e física não podia ser considerado como brincadeira, mas sim agressão, pois brincadeiras sadias não deixam seqüelas e sim saudades.
Agora, eu me pergunto:
Quem nunca foi vítima de um (a) valentão ou valentona?
Quem nunca aqui passou por alguma chacota de amigos?
Quem aqui nunca teve seu lanche roubado?
Quem aqui ficou de lado por ser mais estudioso, mais quieto ou por gostar de algo diferente do comum?
Sabe, o BULLYING, acontece em todos os lugares, pessoal.
A escola por exemplo, só acaba sendo um acesso mais fácil e de grande repercussão por que ali encontram-se pessoas de várias etnias, religiões, classes sociais. Mas, podemos observar e dizer não, nas brincadeiras de rua, dentro de casa entre irmãos, principalmente, entre irmãos mais velhos que abusam da autoridade.
O BULLYING, não é só uma prática de origem infantil e adolescente, os adultos também são vitimas, mas eles conseguem diferenciar uma brincadeira de um assédio: moral, sexual, etc... Mas, nem sempre conseguem sair desses assédios de cabeça erguida.
Agora me pergunto:
Quem aqui depois de adulto nunca passou por uma brincadeira mais inconveniente?
Quem aqui nunca foi desmerecido pela sua roupa ou sua origem?
Quem aqui já passou por alguma perturbação na idade adulta?
Todos temos uma história ou outra que chateou. Não é?
São inúmeras perguntas que revelam a semelhança dos fatos, precisamos gritar, espernear, ajudar, enfim, é preciso acabar com isso de uma vez.
Agora pense em uma pessoa que já traz uma bagagem em seu gene, esquizofrenia ou outros transtornos psicológicos também é muito fácil encontrar nas pessoas: crianças, adolescente e adultos.
Imaginem, essa pessoa em qualquer fase etária da sua vida começando a desenvolver esse quadro de esquizofrenia e passando despercebida dentro de sua casa e seu ambiente não tendo aparato nenhum e guardando para si todas as suas frustrações e fugas do real para o imaginário criando para si perseguições, comentários, visões.
Imaginem as pessoas vendo essas atitudes “estranhas” e fazendo chacotas em cima disso?
Imaginaram, o problema que ficou na cabeça de quem sofreu essa agressão, a pessoa se senti um lixo, um ser da pior espécie, um acumulo de sofrimentos, não pensem que isso é frescura ou coisa similar, acreditem quem sofre qualquer tipo de desordem mental sofre muito com isso tudo e é possível notar no semblante se há uma tristeza sem causa real, estenda a mão, pois essa pessoa está sofrendo de alguma desordem mental e precisando de você. Ressaltando que: nem todos os dias estamos 100% felizes, mas viver a 5% ou 10% de felicidade diária.
- Opa, algo erro acontece além do normal. Não é?
Vamos nos ajudar e estender a mão, observar mais as pessoas que convivemos e perguntar mesmo se acharmos algo errado no nosso ambiente escolar, familiar ou trabalho.

“É ajudando o próximo que nos ajudamos e faremos um mundo melhor.”


Sei que vão surgir pros e várias opiniões, até mesmo revolta ao massacre de Realengo, mas prefiro assim, desabafar o que penso. E de qualquer forma tornei meu blog público, justamente, para dividir opiniões.
Que surjam também histórias de Bullying, vamos nos conhecer um pouco.
 
 



 

1 comentários:

Alex Monteiro disse...

Kara...
Q postageem heem"
Muito booa
Essaas pessoas devem abrir o olho quanto o que estão fazendo"
http://cantinhocomtudo.blogspot.com/

Elaine Cristina de Paula. Tecnologia do Blogger.

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